Guimarães Rosa, ao fazer suas pesquisas de campo para escrever "Grande Sertão: Veredas" trazia consigo sempre uma caderneta amarrada ao pescoço. Nela, fazia anotações de ideias diversas que serviriam de base para escrever suas obras. A nossa mente é paradoxal, pois na mesma medida que permite nosso pensamento alçar voos inacreditáveis, se desfaz desses pensamentos, sem sequer deixar o menor rastro de lembrança.
Esse blog é minha caderneta, aqui vou registrar minhas ideias sem correr o risco de perde-las na bagunça em que vivo.
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